sexta-feira, dezembro 22, 2006

Minha Mensagem de Natal








Desejo a você muitas bênçãos Divinas.

Que o menino Jesus traga alegria verdadeira a sua vida!

Que esta época seja de renovação espiritual e que seu caminho se ilumine com a graça de Deus!


Até 2007!


FELIZ NATAL!!!

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Os Falsos Anjos








Hoje, ao procurar saber mais sobre os anjos, encontrei este artigo e pensei logo em publicá-lo aqui. 

Para alguns, isto tudo vai parecer pueril, fantasioso até. Tudo bem, cada um pensa de um jeito.
Nos últimos tempos tenho visto uma confusão muito grande em relação aos assuntos espirituais. Pessoas que deveriam estar se tratando em consultórios psiquiátricos estão por aí dando palestras sobre temas os quais não compreendem. Outros querem ver o que não existe e outros ainda vêem somente o que querem ver...É muita confusão, ilusão e perigo!


Seria bom se todos tivessem maior critério e não procurassem por visões, contatos, canalizações e coisas do tipo. Eu acredito que os anjos existem e também creio que os anjos caídos – mais conhecidos como demônios – têm existência sim, e buscam nos confundir e perder nossas almas.

Com o passar do tempo várias coisas tem acontecido em minha jornada espiritual e tenho descoberto muitas mentiras, muita ilusão. É difícil ver pessoas queridas envolvidas com isso.

Orar e vigiar...este conselho dado por Jesus Cristo continua válido. É bom que estejamos cientes disso.

O que causa confusão deve ser tratado com muita – mas muita mesmo! –cautela.

Oro a Deus sempre para que Ele me mostre a Verdade. E tenho fé que Ele irá me mostrar o que for preciso para minha caminhada espiritual.

Leiam o texto, reflitam, orem a Deus pedindo luz para clarear as idéias e reflitam mais.

Deus abençoe todos nós!

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Falsos Anjos

Dr. Steven Buchnell


O início dos anos 90 se caracterizou por uma invasão de literatura sobre os anjos. Muitos destes livros contém relatos tocantes sobre o papel dos anjos na salvação de almas no dia a dia de suas vidas. Todos estes livros recomendam uma postura de abertura e confiança para com os anjos e aceitação de sua boa influência. Muitos destes autores encorajam uma vida centrada nos anjos e a confiança de sua influência e ao mesmo tempo advertem que as vezes anjos tem um comportamento diferente e tomam aparência não-angelical.

Neste ponto quase todos estes autores se calam quanto a um aspecto muito importante deste tema ou seja, que o diabo e sua legião de demônios, anjos decadentes, que estão aptos a mascarar-se em anjos luminosos para destruir as almas. Desde as cartas de São Paulo (2 Cor. 11:14) até os tempos modernos, os documentos da Igreja descrevem como estes anjos decadentes se mascaram não somente em anjos luminosos mas também em santos, Nossa Senhora Virgem Maria e Cristo.

Por exemplo, no seu discurso sobre a importância em discriminar anjos, São João Cassiano conta como um monge causou sua própria morte e como, em outra ocasião, outro monge estava preparado para matar seu próprio filho. Em ambos os casos demônios disfarçados em anjos eram a causa de tudo (Filokalia vol I). Em outra ocasião e em outro lugar, as cavernas de Kiev, é registrado que um jovem monge de nome Nicetas reverenciou um anjo que tinha lhe dito não gastar tempo em orações, o que seria feito por ele pelo próprio anjo e que seria mais prioritário para Nicetas investir em leitura. Enquanto que o pseudo-anjo rezava, Nicetas se tornou vidente. Em pouco tempo ele passou a não querer mais ouvir sobre o Evangelho, ao invés disso preferindo se aprofundar no Antigo Testamento. Finalmente os colegas monges perceberam que ele estava possesso pelo demônio conseguiram recuperá-lo através de oração. Nicetas se arrependeu, e, pela graça de Deus, mais tarde veio a ser ordenado bispo da cidade de Novgorod, um pastor para seu rebanho e autor de milagres. Conhecemo-lo como São Nicetas o Recluso.

"Tomai cuidado com os falsos profetas. São os que chegam perto de vós sob a aparência de ovelhas mas por dentro, de fato, são lobos vorazes" (Mateus 7:15-16). "Pelo contrário, eis o fruto do espírito; caridade, alegria, paz, paciência, gentileza, bondade, fidelidade, doçura, auto-dominio, contra tais coisas não existe lei" (Gal.5:22-24).


Para colocar em prática estas palavras de Cristo e São Pedro torna-se muito difícil para nós identificar anjos verdadeiros dos demônios disfarçados em vista da nossa fragilidade humana, que é o nosso estado de pecado, a nossa auto-ilusão à qual nos permitimos conscientemente e por outro lado os milhares de anos de experiência do inimigo do homem e de Deus. Através do exemplo destes monges, que eram pessoas que dedicaram por inteiro suas vidas a Deus, vemos que nem estes estão isentos de serem enganados pelo demônio. Os Santos Pais da Igreja, sábios pela graça do Espírito Santo, com muito amor nos procuram convencer de que o melhor caminho é rezar e a procurar a humildade e a orientação de um pai espiritual. Eles são enfáticos em nos alertar a sermos cautelosos e questionar com rigor e procurar um pai espiritual experiente, quando acontecem estas visões. Quando temos dúvida, mesmo pequena, sobre a procedência, é preferível dizer, "eu não sei se é verdadeiro," e colocar o assunto de lado ou simplesmente rejeitá-lo e não procurar visões ou sensações de beatitude mas rezar e pedir proteção a Deus. Se a visão for verdadeira, procedente de Deus, Deus nos ajudará e os anjos se alegrarão com a nossa humildade e sobriedade. (Veja a Filokalia, vol I, III e IV da edição inglesa para alguns assunto pertinentes). Resumindo, o que os Santos Pais da Igreja nos falam é muito diferente do que falam os autores dos livros populares de hoje.

O demônio mente, calunia, e provoca confusão e para atingir seu objetivo ele irá mentir para nós, não somente através de palavras mas de disfarces de qualquer tipo. Qualquer fenômeno sobrenatural que é motivo de confusão e distração (os chamados seqüestros por alienígenas como um exemplo atual) poderá ser um tipo destes disfarces.

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segunda-feira, dezembro 04, 2006

Salve Regina!



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Salve Mãe Santíssima!



Jesus entregou sua mãe aos cuidados do discípulo: “eis aí tua mãe”. Este pronunciamento estende-se a todos nós. Se amamos e respeitamos nossas mães, avós, sogras, porque não amar e respeitar a mãe de Jesus Cristo, Nosso Senhor?

Venerar e admirar Maria, mãe de Jesus, é admirar e reconhecer a obra Divina! Ora, quando nós ficamos embevecidos diante de belíssimas obras de arte estamos indiretamente admirando o criador delas. É assim que vejo a veneração (dulia) a Nossa Senhora. Que é diferente de adoração (latria), que só se deve a Deus.

Creio que ela é intercessora. O primeiro milagre de Deus através dela foi no encontro com Isabel grávida de João Batista, quando ao ouvir a voz de Maria “ficou cheia do Espírito Santo”.

Alguns trechos das Sagradas Escrituras sobre Maria, mãe de Deus:


“Entrando o anjo disse-lhe: ‘Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo’" (Lc 1, 28)


"Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra" (Lc 1, 38)

"Aconteceu que, apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou em seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Exclamou ela em alta voz e disse: "Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto de teu ventre. Donde me vem a mim esta dita, que mãe de meu Senhor venha a ter comigo?" (Luc. I, 41-44).“Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe do meu Senhor?” (Lc 1, 43)

"Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: ‘Mulher, eis aí teu filho’. Depois disse ao discípulo: ‘Eis aí tua mãe’" (Jo 19, 26-27)

"Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas". (Ap 12,1)



Nossa Senhora ora por nós!

Salve Rainha, Mãe de Misericórdia!

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Pagar o mal com o bem




Tem algo que não é fácil fazer, mas que tem que ser feito para o bem da nossa sanidade mental. Esse algo é: pagar o mal com o bem.

Penso que a maior dificuldade reside no fato de não sermos humildes. Porque se a humildade fosse uma realidade em cada um de nós, seria muito mais simples resolver certas pendências, relevar certas atitudes, “dar o braço a torcer” de vez em quando. Uma vida vivida assim, com mais caridade, é bem menos estressante. Alimentar o desaforo não faz com que seja apagado o que foi feito. Não é reprimir a raiva, é transformá-la. Não é guardar a mágoa, é queimá-la no fogo da compaixão. Venho tentando fazer isso. Por isso sei que não é fácil. Mas os poucos resultados positivos que consegui (alguma paz de espírito, sensação de dever cumprido) me deram forças para continuar a tentar.

Então digo, a partir da minha experiência, que o melhor é pagar o mal com o bem. Do jeito que a gente puder.